Convidados!
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SBaby recebe: Sofia Ferreira e André Teixeira, do Brancoprata

Os nossos convidados de hoje dispensam apresentações… mas eu apresento-os ainda assim. A Sofia Ferreira e o André Teixeira são o casal por detrás do Brancoprata, uma marca inconfundível no que a casamentos diz respeito. Hoje trazem-nos uma história contada com o coração.

As palavras são da Sofia e as fotografias do André. Fiquem com o guest post:

 

Foi com muito prazer que acedi ao convite da Marta para partilhar um pouco do nosso trabalho, aqui no S Baby!

Trabalhar com ou para crianças não é algo que façamos muitas vezes mas acaba sempre por nos dar um prazer enorme! Hoje partilho convosco um pequeno projecto que em Dezembro fiz para a minha sobrinha, a Helena!!

A lenda diz que, quando uma criança perde um dente de leite, se ele ou ela o colocar debaixo do travesseiro, a fada vai visitar a criança enquanto esta dorme, e substitui o dente perdido por um pequeno pagamento.
Ora, assim que a Helena me disse que tinha o primeiro dente a “abanar”, soube que era preciso fazer alguma coisa para a Fada dos Dentes: um pequeno cartão com um envelope cheio de confettis e um tubo de vidro para a Fada levar o dente!
Posso-vos garantir que o conjunto acompanhou a Helena para todo o lado, até ao dia que o dito dente caiu!!

Mais uma vez, muito obrigada à Marta pelo convite tão simpático!

Brancoprata

Design e styling: Sofia Ferreira, Brancoprata

Fotografia: André Teixeira, Brancoprata

 

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SB recebe Céu Coutinho: ‘As saídas culturais em família são um espectáculo’

Preparem-se, pois as vossas agendas não mais terão descanso! A Céu Coutinho é, para além de uma amiga do coração e minha co-blogger no Senhoras da nossa idade, directora do portal Lifecooler e uma sumidade no que à programação de tempos livres diz respeito.

Desde que é mãe, acrescentou ao currículo uma especialização em cultura em ponto pequeno.

Fiquem com o guest post:

 

Foi com muito gosto e entusiasmo que aceitei o convite da Marta para aqui escrever sobre as primeiras saídas culturais com crianças. Nada me habilita especialmente para falar do assunto a não ser o facto de, realmente, ter procurado desde cedo levar os miúdos aos mais variados programas.

A primeira coisa que me ocorre dizer é que é preciso planear. E que isso por vezes isso é cansativo. Que às vezes não apetece planear nada, tratar ainda de mais esse assunto, normalmente ao fim de uma semana esgotante. E aí pensamos “não me vou chatear com mais nada, não vamos a lado nenhum”. E há fins-de-semana em que só apetece ficar a preguiçar, sobretudo no Inverno, e também sabem muito bem. Mas quando queremos fazer qualquer coisa com crianças o melhor é planear e planear bem. Espontâneo, leve e divertido é bom mas, pela minha experiência, não acontece. Está demasiado frio ou demasiado calor, demasiada gente, é demasiado tarde ou demasiado cedo. Já não há bilhetes, afinal é para maiores de quatro, o mais pequeno não pode ir, a entrada é livre mas já não há lugares. Não há sítio para estacionar. Etc., etc.

Primeira regra: chegar cedo. Qualquer que seja o programa, esta parece-me ser uma regra de ouro. Já que as crianças acordam cedo, aproveitemos e tiremos partido do dia. Em geral as pessoas chegam em cima da hora, mesmo com crianças, e isso vai o aumentar o stress e contribuir para transformar o tão esperado momento cultural em família (que idealizamos sempre espontâneo, leve, divertido) num pequeno drama de birras e raivas (“nunca mais me meto noutra”, “não estou para me chatear”, “para a próxima não saem de casa”). Em qualquer caso, vai haver chatices, birras, imprevistos. Se os pudermos minorar evitando atrasos e correrias, tanto melhor.

Este introito já vai longo e agora quase me parece despropositado. Só que acho que ainda é pior e mais difícil, desculpem lá. A ideia é esta: fazer coisas com os miúdos dá um trabalho dos diabos, é uma canseira, eles não valorizam, muitas vezes aborrecem-se e moem-nos o juízo. Então para quê fazer? Na minha opinião por duas razões principais: porque as partes chatas esquecem-se e o que fica para recordar são os bons momentos, as coisas giras que fizemos e os sítios onde já fomos; e porque alguma coisa vai ficar dessas experiências, dessas vivências  diferentes, que depois lhes vai abrir o apetite e torná-los curiosos, ávidos, interessados.

Posto isto, o que fazer com os miúdos? Por onde começar? A minha primeira sugestão vai para as actividades gratuitas , em particular para os vários dias comemorativos que, ao longo do ano, possibilitam fazer mil coisas muito engraçadas. Há pouco tivemos o Dia dos Moinhos e este fim de semana está a decorrer o Dia dos Monumentos e Sítios. Em Maio vai acontecer o Dia dos Museus.

Bem aproveitadas, estas ocasiões permitem conhecer sítios menos óbvios e ter verdadeiras aventuras em família. Recordo alguns passeios giros que fizemos aproveitando estas borlas, por exemplo, ao Aqueduto das Águas Livres, ao Palácio de São Bento, à Tapada de Mafra, ao Museu do Carmo para uma Festa de Arqueologia, ao Farol-Museu de Santa Marta e, muito recentemente, ao Mosteiro de Odivelas.

Outro grande filão: os museus gratuitos ao domingo de manhã . Não me orgulho de dizer que, antes dos miúdos nascerem, pouco visitava museus. Depois deles, somos batidos no Museu BerardoMuseu Nacional de Arte Antiga (jardim e esplanada magníficos), já fomos ao Museu do ChiadoMuseu de São RoqueMuseu do Design e da ModaMuseu da MarionetaMuseu da MarinhaCasa das Histórias… Sempre com entrada gratuita. Que também se aplica a palácios e outros monumentos.

Passando ao cinema, este fim de semana está a decorrer um evento que não costumamos perder: o Indie JuniorQuer neste festival, quer na Monstrinha, os filmes estão indicados para maiores de três anos. Mas posso dizer que a Alice estreou-se aos dois e pouco e portou-se muito bem.

Os festivais são uma excelente iniciação ao cinema. Como as sessões são de curtas-metragens, não se tornam cansativas. São vários pequenos filmes, de diferentes origens e temáticas, e a duração total não ultrapassa, em geral, os 60 minutos. É o tempo limite, penso eu, que uma criança aguenta qualquer que seja o espetáculo de palco ou ecrã. O João também se iniciou na Monstrinha ainda antes dos três. E para rapaz portou-se muito bem.

Teatro é mais complicado. Exige mais sossego e atenção pelo que não aconselho antes dos três. Concertos ao ar livre a partir de qualquer idade, assim como as festas populares e outros eventos a céu aberto. Não sendo em sala fechada, não dão azo a tantas birras e estamos todos mais à vontade. Podem inclusive estrear-se nos programas nocturnos como o maravilhoso Festival ao Largo, que acontece no mês de Julho em Lisboa, no Largo de São Carlos. Mesmo que seja para adormecer ao som de Mozart ou Verdi numa noite cálida.

Também não me esqueço da primeira vez que levámos a Alice a jantar fora. Fomos ao Bairro Alto, numa noite de Verão, teria ela os seus três anos. À mesa de uma esplanada do Bairro, entre turistas e bandos de jovens, ali estava ela a tomar o gosto à boémia lisboeta.

Um dia hão-de ser eles a sugerirem-nos os restaurantes da moda e os programas culturais mais à frente. Oxalá a gente tenha pedalada para os acompanhar!

Mais links úteis:

http://estrelaseouricos.crescer.sapo.pt/

http://lazer.publico.pt/Mi%C3%BAdos

http://www.portaldacrianca.com.pt/agenda/agenda.php

http://agendalx.pt/cgi-bin/iportal_agendalx/area.html?area=Crian%E7as&tabela=criancas

 

Céu Coutinho

 

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S Baby recebe: Rita Cordeiro

Hoje recebemos cá em casa para lanchar, a talentosa Rita Cordeiro.

Conheci a Rita já há alguns anos, faz parte de um determinado grupo de mulheres artesãs e designers, cujo trabalho é único, vibrante e repega nas tradições de antigamente,  que acompanho com prazer.

Eu, que tenho zero de talento e paciência para estas artes manuais, respeito e admiro estas visões actualizadas e sobretudo, o espírito crítico e humor perspicaz de cada uma delas. No caso da Rita, descobrimos que temos uma maluqueira em  comum, a nossa paixão por sapatos!

Juntando a estes dois pormenores o facto de a Rita ser mãe da gira e pequena Alice, resolvi convidá-la para a pôr a falar do que mais gosta!

Caríssimos leitores, apresento-vos a Rita Cordeiro!

“Sou designer de comunicação, faço crochet e tricot, tiro fotografias, tenho um blog  e sou mãe de uma menina com 7 anos. A minha maior ligação ao mundo infantil passa, claro, por ela.
Eu gosto de ideias frescas, acho que se pode confirmar pelo nome de uma das minhas marcas, a cooler, daí que quando recebi o convite para escrever neste espaço tão lindo o tenha aceite com um grande prazer.
O meu trabalho não é direccionado especificamente para crianças, tirando uma ou duas peças da wooler , pelo que escrever sobre ele não faria sentido aqui. Mas, passada esta constatação inicial, a decisão do tema ocorreu no espaço de minutos, seguida de uma gargalhada.

A minha (má) fama sapatólica precede-me e era incontornável escrever sobre eles. Sim, este post vai ser sobre sapatos.
A verdade é que em miniatura são ainda mais lindos e vou recomendá-los para 3 idades diferentes. Mas antes vou contextualizar a escolha.
A frase “mais vale tarde do que nunca” já fez muitas vezes sentido na minha vida e uma delas foi no verão passado.
Imaginem que passam a vida inteira a dizer que não gostam de uma determinada coisa porque sempre que tentaram comê-la sentiam-se a mastigar esferovite e, um belo dia, assim de repente, vêem a luz.


Pois foi o que me aconteceu com um fruto que sempre detestei e que passei a adorar: melancia.
Ora a melancia, afinal, para além de um fruto doce e refrescante, tem ainda imensas propriedades que só por si a tornam, desde o Verão passado, um dos meus frutos de eleição (e da minha filha também).

Para além disso é linda. Tão linda que se fazem sapatos inspirados nela.
No que se refere a sapatos, aconteceu-me de tudo quando a minha filha era bebé. Bem sei (agora) que, na grande maioria das vezes, os bebés nunca chegam a calçar sapatos. Porque não é prático por causa dos babygrows ou porque está demasiado calor ou, pura e simplesmente, primeiro são grandes demais e quando voltamos a lembrar-nos deles, já não servem.

Mas quem consegue resistir a umas lindas Vans melancia?
Eu não, com toda a certeza!

A seguir, umas alpargatas, que existem há mais anos do que há memória e foram reabilitadas, como calçado confortável para o verão, por marcas como a Toms ou a Paez

Esta última tem este ano um modelo especialmente inspirado, que me faz seriamente ponderar fazer o que a minha mãe fazia comigo e com a minha irmã quando éramos pequenas, e comprar umas para mim e outras para a minha filha.

Para terminar em beleza, a Camper editou umas sandálias da gama Twins para a sua colecção de Verão, que são uma verdadeira delícia.

E agora só falta esperar que a Primavera se instale e que o Verão não se atrase porque, está provado, este vai ser oficialmente o ano da melancia!

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SBaby recebe: Célia Fernandes, do Caderno de Pintar

Hoje a nossa convidada não é uma ‘visita’: a Célia Fernandes é cá da casa. Segue o guest post da autora da mascote do SBaby:

 

Ser convidada num domingo de Primavera para falar do meu trabalho, e num espaço que admiro tanto, é no mínimo uma festa. Sinto-me a chegar a casa de amigos – uma mesa posta no jardim, toalha redonda, biscoitos e chá em cima, acabadinhos de fazer…

Quando recebi o convite da Susana fiquei muito feliz, mas seguiu-se alguma indecisão na escolha do tema. É que propositada ou acidentalmente tudo o que faça tem um cunho realmente infantil e açucarado. É inevitável. E os mais pequenos são sem dúvida o meu público de eleição.

Mas a toalha que mencionei acima deu-me a deixa, e escolhi falar das meninas redondas, uma das imagens de marca dos meus cadernos já há algum tempo, e do caderno de pintar desde que me lembro.
As que apresento foram, como têm sido quase todas estas ilustrações, feitas à medida de um perfil traçado por quem me encomendou, ou à medida de quem serve de inspiração. É  uma espécie de retrato onde o mote pode ser uma frase, um palavra, uma paleta de cores de eleição, uma fotografia também.

As que trago e apresento são a Mel e a Diana.

Mel1

A  menina redonda Mel foi uma ilustração pedida pela Vânia, a mãe desta menina, ela é linda e luminosa – aliás, são ambas, mãe e filha.

Alguns dos motes para esta ilustração foram o facto de que a Mel é, sem margem para dúvida, uma princesa e adora sapos – papos como ela diz na sua deliciosa linguagem de bebé.
A ilustração foi fornecida em formato digital e a Vânia tratou de a transportar para alguns suportes que abrilhantaram a festa de aniversário da pequena Mel, as fotos da Glimpse testemunham isso mesmo.

Mel2

A segunda menina é a Diana, uma bebé linda e feliz, o suporte principal para este “retrato” foi uma fotografia de família. A ilustração foi pedida pela Angélica e pelo Pedro, amigos dos pais desta bebé, e que quiseram, assim, oferecer um presente diferente.

Diana1

Neste caso a ilustração foi fornecida impressa num bom papel (pela Inéditar) e emoldurada numa moldura shadow box Ikea para lhe podermos acrescentar algumas graças. Ficam também as fotos dos Estúdios Oliveira tiradas pela Angélica e pelo Pedro, que incluíram esta ilustração numa sessão fotográfica com a bebé.

Diana2

As ilustrações do Caderno de Pintar são fornecidas em formato digital ou em impressão em papel de qualidade, e estes são apenas dois exemplos do que podemos fazer com o mote redondo e colorido das meninas que servem de bitola.

Para mim, que assino o que as páginas do Caderno de Pintar vão mostrando, é um prazer enorme ver paredes, e outros recantos, a sorrir com alguns dos meus desenhos.

 

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S Baby recebe: Joana Bandeira, do LoveLab

Neste domingo de Páscoa, pusemos a mesa a contar com + 1: a Joana Bandeira, uma amiga de longa data, que começámos por conhecer na Molde Weddings e que, entretanto, adicionou à colecção um projecto novo: o LoveLab.

Vejamos, então, que surpresas guardam os ovos de chocolate que a Joana traz para o seu guest post:

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Quando era criança brincava com bonecas de plástico e não só. Fui uma sortuda pois apesar de ter crescido por entre Barbies, Legos e Pin e Pons, guardava  carinhosamente num saquinho transparente, pedaços de papel que tinham sido recortados com muita atenção e cuidado.

E esses pedaços de papel eram suficientes para me levar para o universo da fantasia.

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Tratava das minhas bonecas de papel com todo o cuidado que mereciam.  Com o passar dos tempo, o papel ficava quebradiço mas bastava colocar fita cola nas partes mais sensíveis e voilá, a brincadeira voltava! Não me lembro quando me cansei de brincar com bonecas de papel…talvez tenha sido quando deixei também as Barbies de lado e entregues ao seu destino (guardadas no armário até ao dia em que reparei que já não brincava com elas e as decidi guardar num baú).

Actualmente o revivalismo está em alta e o conceito de boneca de papel ganhou um estatuto especial. Depois de ter despertado para o universo das crianças (com o nascimento da Beatriz) senti necessidade de criar um brinquedo especial (do meu tempo) e que com o qual um dia a Beatriz gostasse de brincar.

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Decidi apostar numa ideia que não será só para a minha filha, mas também para outras meninas. Hoje em dia com tanta variedade de brinquedos e cada vez mais elaborados, por vezes o mais simples faz magia (mesmo sendo um mero pedaço de papel).

A par com o blog LoveLab lancei a colecção de bonecas de papel que, apesar de ainda só ter uma protagonista, tem muitas roupinhas delicadas. Pedi ajuda à talentosa Célia Fernandes, que assina pelo projecto Caderno de Pintar e que cria  ilustrações tão doces que chegam a ser pecado! Já viram o delicioso logotipo do S Baby? Quem mais poderia tê-lo concebido?

Depois de vários dias em pesquisas para inspiração, de inúmeros e-mails trocados e uns quantos esboços delineados, nasceu a boneca Beatriz. Mesmo no primeiro esboço a preto e branco já era linda e perfeita, tal como a idealizara.

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E é com o coração apertadinho que um dia espero ver a minha pequenota a brincar com a sua boneca de papel. A brincar com a boneca criada especialmente para ela, numa altura em que ainda se lançava nos primeiros passos trôpegos e hesitantes e sempre agarrada ao sofá.

Espero que gostem!

 

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S Baby recebe: Cristina Alves / Mint Handicrafts

O convite da Susana para vos fazer companhia no S Baby foi uma agradável surpresa e é com muito orgulho que aqui estou, nesta “casa” tão bonita.

Mas confesso… não foi fácil escolher um tema para apresentar. Comecei por procurar os artigos que faço para os mais pequenos, mas esses ficarão a conhecer com uma visita ao blog. E eu não queria resumir esta participação a um convite para visitar o Mint Handicrafts (convite feito!) Quis trazer algo mais, algo que não seja apenas dedicado aos mais pequenos, mas que os envolva e vos envolva também.

Para quem não conhece, a Mint Handicrafts é feita de tecidos, linhas e agulhas. E quem já conhece sabe que eu gosto de trabalhar em equipa, com uma “mini-assistente” – a minha pequena M.

Estas são as principais premissas que nos levam ao essencial – o DIY de saquinhos de ofertas de aniversário.

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Sei que as festas dedicadas aos mais pequenos são sempre motivo de grande alvoroço em casa. E a agitação começa cedo, nos preparativos. Entreter as crianças enquanto se planeia uma festa não é tarefa fácil… mas pode ser! Aprendi que envolver as crianças nos preparativos para as festas, além de animar a família inteira, ainda lhe dá um brilho especial.

Divirtam-se, juntos!

Cristina Alves / Mint Handicrafts

 

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S Baby recebe: Maria João Arnaud

Por aqui, gostamos de domingos vagarosos para descobrir e saborear coisas novas. Por isso, decidimos vestir-nos de anfitriões e receber os amigos, conhecidos e estranhos que fazem coisas giras e com graça.
A estreia coube, e com imenso prazer, à talentosa Maria João Arnaud, ilustradora e designer, que também tem trabalhado em cinema de animação e séries de televisão para os mais pequenos.

Segue o seu guest post!

 

“Olá! É com muito gosto que  vos visito neste primeiro Domingo no S Baby!

O convite feito pela Susana, aceitei-o sem hesitar, não só porque sigo de perto este novo projecto, mas também porque há um ano e uns meses atrás, o mundo dos pequeninos começou a ter outro significado para mim, porque nasceu a minha primeira sobrinha, a Sara.

Sou uma fazedora de coisas – designer de formação, ilustro, pinto, costuro e trabalho com têxteis (a minha mais recente paixão e aposta profissional e pessoal) – e volta e meia, a minha pequenina sobrinha Sara inspira-me para pôr em prática novas ideias.

Quando ela fez um ano, decidi dedicar-lhe e oferecer-lhe um pequeno livrinho ilustrado com formas e textos muito simples, para lhe transmitir a ideia de que a vida é simples e nós, adultos, é que a complicamos! Queria mostrar-lhe que o nosso mundo pode ser representado a partir de formas muito básicas e neste primeiro livro, usei o círculo como referência para desenhar uma série de objectos e imagens que fazem parte do nosso quotidiano e que aos poucos, vão também fazendo parte do mundo da Sara.

 

 

 

 

A Sara nasceu e vive em Omã e esta é uma bela forma de me conhecer e estar comigo!

Podem folhear o livro completo na Blurb, uma simpática plataforma de edição e impressão digital, conhecer melhor o meu trabalho aqui, e acompanhar-me nas minhas descobertas, devaneios e ilustrações, aqui.

Um bom domingo a todos!”