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Hipopótamos e aristocracia

Margaret Mahly (1936 – 2012) é considerada uma das maiores escritoras de língua inglesa. Da Nova Zelândia para o mundo, os seus livros para crianças e adolescentes continuam a encantar leitores de todas as idades, geração após geração.

 

Eu conheci o seu trabalho através de um livro que a minha amiga Paula ofereceu ao meu garoto: O Rapaz dos Hipopótamos, publicado pela primeira vez em 1975 – e, já na altura, com as doces e pormenorizadas ilustrações de Steven Kellogg, que contam histórias para além da história. As fotos que se seguem fui tomá-las de empréstimo ao blogue Bichos da Matos.

 

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Este livro trata de um rapaz que começa a ser seguido por hipopótamos, diariamente, cada vez em maior número. Ele vive numa mansão e os seus aristocráticos pais reagem com bastante serenidade ao insólito, porque, de facto, há pessoas que não têm cuidado nenhum com os seus hipopótamos. Até que o tanque dos peixes dourados transborda e é decidido recorrer às artes de uma bruxa para resolver a questão.

 

E ela resolve-a. Ou não?

 

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Um ensaio sobre a ternura

O senhor Bonifácio passa os seus dias a cuidar dos animais no Jardim Zoológico. Sabe de que precisa cada um deles e adequa-se perfeitamente à missão. Conhece cada um dos animais como a palma da sua mão e, para além dos cuidados necessários, tem para eles doses generosas de gentileza e amizade.

 

O twist neste enredo dá-se quando o senhor Bonifácio se constipa e não pode ir trabalhar. Quem irá cuidar dele? Os seus amigos animais, claro!

 

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Este é mais um trabalho do conceituado (e premiado) casal Stead. Philip escreveu e Erin ilustrou, a partir da bela casa-barra-atelier no Michigan, EUA. Uma história com uma mensagem ternurenta e imagens que nunca mais esquecemos.

 

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Editado em Portugal pela Presença, este é um daqueles livros que nos apetece tirar da prateleira todos os dias ( e tiramos, porque não?)

 

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Um livro para todas as idades

Vivaldo Bonfim é um escriturário entediado que leva romances e novelas para a repartição de finanças onde está empregado. Um dia, enquanto finge trabalhar, perde-se na leitura e desaparece deste mundo. Esta é a sua verdadeira história — contada na primeira pessoa pelo filho, Elias Bonfim, que irá à procura do seu pai, percorrendo clássicos da literatura cheios de assassinos, paixões devastadoras, feras e outros perigos feitos de letras.

 

Os Livros que Devoraram o meu Pai, obra de Afonso Cruz, «é um ritual de iniciação. Uma viagem inaugural pela literatura mundial que mergulha, em jeito de aventura, nalguns dos maiores clássicos de todos os tempos», na opinião de Céu Coutinho, no blogue Senhoras da nossa idade.

 

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A Céu escolheu uma passagem que ajuda a explicar o que é um livro para todas as idades:

 

“Sim, porque a leitura das coisas pode ter muitos andares. Soube pela minha avó que um tal Origínes, por exemplo, dizia haver uma primeira leitura, superficial, e outras mais profundas, alegóricas. Não me vou alongar por este tema, basta saber que um bom livro deve ter mais do que uma pele, deve ser um prédio de vários andares. O rés-do-chão não serve à literatura. Está muito bem para a construção civil, é cómodo para quem não gosta de subir escadas, útil para quem não pode subir escadas, mas para a literatura há que haver andares empilhados uns em cima dos outros. Escadas e escadarias, letras abaixo, letras acima.”

 

Para ler em família, geração após geração.

 

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Vamos todos à procura do ‘nosso’ Panamá?

Descobri os livros de Janosh na biblioteca. O autor, que vive actualmente em Tenerife, nasceu na Polónia em 1931. Depois das dificuldades da II Guerra Mundial, a sua família mudou-se para a Alemanha Ociedental e, entre trabalhos fabris, Horst Ecker (o seu nome verdadeiro) estudou Belas Artes. Em 1960 foi publicado o livro infantil com que iniciou a sua trajectória artística e literária, que soma mais de 300 obras traduzidas para 70 línguas, e pelas quais recebeu inúmeros prémios.
A sua fama internacional deve-se a “Oh, que lindo que é o Panamá”, publicado em 1978, que chegou a Portugal pela Kalandraka, com tradução de Maria Hermínia Brandão.

 

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A vida de um ursinho e de um tigrezinho sofre uma reviravolta quando aparece a boiar no rio uma caixa proveniente do Panamá e que cheira a bananas. A partir desse momento, o Panamá torna-se no país dos seus sonhos e por isso decidem empreender uma longa viagem para lá chegar. Com uma panela vermelha, um anzol e um patotigre de brincar, iniciam uma caminhada ao longo da qual conhecerão um rato do campo, uma velha raposa, uma vaca, uma lebre, um ouriço-cacheiro e uma gralha.

 

Com umas ilustrações alegres e coloridas, clássicas e planas, esta intimista narrativa de Janosch, atravessada por um rasgo sentimental de inocência e optimismo, transporta-nos numa viagem cheia de humor e de ternura, e culmina num final inesperado que encerra uma bela lição de vida. Para todas as idades.

 

Afinal, não andamos todos nós à procura do ‘nosso’ Panamá?

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Fotografias de verão

…e o que fazer com elas? Pois bem, escolher 3 ou 4 das mais bonitas e preparar umas belas telas lá para casa e para oferecer aos avós babados no Natal ou próximo aniversário!

 

 

A ideia e instruções detalhadas estão no criativo Delia Creates.

 

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Um party pack, por Giggles

Esta semana recebi um simpático email da Ana Luísa, da Giggles, com um novo produto giro, giro, o Giggles Party Pack.

 

Conta-nos a Ana Luísa:

 

“A ideia do Giggles Party Pack surgiu como forma de querer regressar ao que é simples, aos tempos em que não tínhamos as fotografias da nossa festa espalhadas pelas redes sociais, em selfies nos nossos telemóveis e dos nossos amigos. Porque hoje em dia, no final, há sempre aquela busca constante para vermos o que é que os outros fotografaram/postaram, para vermos os comentários todos…  para relembrarmos tudo! Eventualmente, com o passar dos dias, as mensagens de parabéns ficam perdidas nas nossas timelines e é cada vez mais difícil recuperar tudo.
Assim surgiu a ideia: E se no momento da nossa celebração pudermos juntar as fotografias daqueles que nos são mais chegados, tiradas no momento, ao acto de escrever uma dedicatória sentida ao mesmo tempo? E porque não juntar um elemento divertido de scrap booking?

Vai daqui, claro, um Giggles Party Pack, numa única caixinha, temos um kit de festa pronto a usar e, no final do dia, temos um álbum feliz, cheio de fotografias instantâneas e mensagens dos nossos amigos e família, e andámos a fotografar deliciados com uma Instax Mini 8 da Fujifilm.

 


 

O Party Pack custa 120 euros (preço de lançamento até ao final do mês) e vem recheado de mimos Giggles (um álbum feito à mão, com capa lisa, caneta e 2 rolinhos de washi tape) e traz também uma Instax Mini 8 (rosa, azul, branca, amarela ou preta, novinha em folha, com garantia de 2 anos e pilhas), dois pacotes de 10 fotos e milhares de bolinhas de esferovite!

 

 

 

Parece-nos perfeito para um baby shower, baptizado, lanchinho de amigas para conhecer o mais novo bébé, primeiro aniversário e por aí… que vos parece?

 

Para saberem todos os detalhes e como encomendar, falem com a Ana Luísa ou com a Cíntia Nunes.

Podem acompanhá-las no Facebook, no Twitter e no novo site!
 

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Memórias perenes

Há dias fiquei a conhecer o doce projecto da Ana Guerin, que dá pelo nome de Masc – Romantic Vintage e tem como finalidade preservar memórias dos vossos filhos através de um banho de metal, cobre ou bronze, nos primeiros sapatinhos ou chupetas, sinais de uso, rugas e imperfeições incluídas!

 

Conta-nos a Ana:

“os banhos de cobre que damos em materiais não metálicos (como é o caso dos sapatinhos) nada mais são que um processo chamado de galvanoplastia, ou seja, a arte de aplicar uma camada metálica sobre uma superfície.
Este processo foi inventado em 1805 por um químico italiano, Luigi Brugnatelli. Esta técnica, que rapidamente se dissipou pela Europa foi patenteada em 1840 pelos primos Henrique e George Richard Elkington.
No início do século XX a galvanoplastia encontrava-se por toda a Europa e Estados Unidos, tornando-se assim uma tradição dar banhos de metal aos primeiros sapatinhos dos bebés. Estes objectos decorativos eram muito apreciados pela alta sociedade.

Por volta da década de 70, por questões ambientais o processo entra em declínio.

Muitos dos materiais utilizados tornaram-se proibidos nos países mais desenvolvidos, mas após anos de estudo, e com o aparecimento de novos materiais, os banhos de metal voltaram, ainda que, de forma um pouco tímida.”

 

 

 

As memórias e a vivência dos objectos são preservadas e mais do que uma peça única, as peças masc® são obras com um valor sentimental exclusivo!

 

Para mais detalhes, visitem o site e falem com a Ana Guerin. Podem acompanhar a Masc no Facebook e no Instagram.